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Mulher especialista porta-voz

Como a comunicação corporativa pode promover igualdade de gênero?

Equiparar a presença de homens e mulheres no alto escalão do ambiente administrativo é uma meta que há muito espera para ser cumprida. De olho nisso, preparamos uma série de posts que exploram o papel da comunicação corporativa nessa mudança de cenário. No primeiro capítulo, a assessoria de imprensa/relações públicas na busca pela igualdade de gênero.

É um assunto urgente, que mobiliza a opinião pública e que aplica de maneira prática o conceito de agir com propósito que tanto defendemos. O tema começou a ganhar forma com um artigo do jornalista David Leonhardt para o New York Times. O texto chamava a atenção para o baixo número de porta-vozes mulheres nas matérias de diversas editorias.

No texto, David faz um mea culpa da sua própria categoria, mas também aponta para as empresas. Seu argumento é que as empresas devem destacar e treinar as experts mulheres para ocuparem mais espaço na mídia. Com a ajuda do conteúdo originalmente publicado no site PR News, daremos dicas para o departamento de Relações Públicas contribuir positivamente nessa história.

Ora, se o mundo está mudando para melhor, porque só homens seguem sendo o rosto de tantas empresas? Veja como diminuir esse desequilíbrio!

Estabeleça metas

Ter objetivos ajuda a transformar o discurso politicamente correto em prática. A matemática é básica: em um tempo X, metade dos porta-vozes oferecidos quando houver uma solicitação reativa da imprensa deve ser mulher. O mesmo vale para os press releases.

Eduque as empresas sobre a igualdade de gênero

Como agência, nem sempre há diálogo para sugerir quem deve falar pelo cliente. Por isso, antes de impor uma nova política, é preciso ensiná-lo sobre a importância de tomar a frente neste diálogo e, porque não dizer, ser referência no mundo da comunicação.

Desafie o cliente a encontrar essas mulheres

Depois da etapa educativa, é hora de colocar em prática a mudança de paradigma. Estimule o cliente a encontrar as mulheres que falam bem e tem conhecimento técnico sobre o assunto. Não dá mais para apenas dizer que as mulheres não aparecem na imprensa porque são minoria em cargos de liderança.

Prepare mulheres para enfrentar o status quo

As mulheres ainda são minoria nas matérias sobre esportes, indústria e política. É verdade que ainda faltam profissionais na liderança de empresas desses setores, mas elas existem. Só é preciso procurar com afinco e prepará-las para lidar com a imprensa.

Ajude-as a derrubar as próprias barreiras

Por conta do histórico machismo em tantas indústrias, mulheres ainda enfrentam dificuldades para se sentirem especialistas sobre algum assunto. No artigo do New York Times, o jornalista destaca que: “Elas não querem falar sobre nenhum tópico exceto que saibam tudo sobre ele, enquanto poucos homens pensam duas vezes antes de falar sobre algo”. Mas, ao apontar a credibilidade do veículo que concederá a entrevista e fazer media trainings adequados, é possível romper essas barreiras.

Reclame se perceber tratamentos sexistas

O viés de gênero é inaceitável. Por isso, converse com repórteres e até editores, caso perceba um tratamento inadequado ou diferente tanto na entrevista quanto no texto. Um exemplo disso é o uso de verbos sentiendi pejorativos ou discrepantes em relação a outro convidado masculino na pauta.

 

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