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Imprensa: Falar ou não, eis a questão!

6 momentos em que é (ainda mais) importante pensar bem ante de dar uma entrevista

Sim, ter a marca de sua empresa ou produto na mídia traz inúmeros benefícios. Especialmente quando se trata de conteúdo editorial. Não é à toa que milhares de organizações investem em programas de relacionamento com a imprensa, visando participar ativamente das reportagens que tratam de seu segmento e/ou que tem interesse especial para seu público-alvo. Ser notícia aumenta a reputação e conhecimento sobre a marca em questão.

Mas isso não significa que toda oportunidade para falar com um jornalista é positiva. Existem momentos em que um convite para uma entrevista pode se transformar num risco para a imagem do executivo e de sua empresa. E, mesmo em cenários relativamente tranquilos, sempre é fundamental entender quais os objetivos do repórter para obter o melhor retorno possível.

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A principal dica é contar com a consultoria estratégica de uma agência de comunicação especializada em construir e defender reputações. E trabalhar em sintonia com ela para alinhar estratégias e saber o que falar e quando falar.

Entenda algumas situações, onde é importante ter ainda mais cuidado antes de dar uma entrevista:

1 – Quando resultados dependem de fatores fora do controle da empresa – geralmente são informações que afetam a reputação da organização e não é possível cumprir resultados que foram previamente comunicados;

2 – A comunicação pode chamar uma atenção nada desejada – o setor que a empresa atua pode passar por alguns problemas, então é importante se manter sempre bem informado, mas não comentar sobre o que acontece;

3 – Quando as informações não tem relação com os objetivos da empresa – tudo aquilo que uma pessoa fizer fora do ambiente de trabalho, não deve ter o nome ou a imagem da empresa comprometida na divulgação;

4 – A empresa é legalmente proibida de falar sobre o assunto – pense em assuntos sob sigilo da justiça, fechamentos de faturamento – onde é preciso silêncio, ofertas públicas de ações e outros fatores que podem ser classificados como informações privilegiadas;

5 – Ao ser questionado sobre uma empresa concorrente – Não se comenta sobre empresas concorrentes, principalmente se for negativo. No esporte ou nos meios de comunicação, temos visto casos interessantes, quando uma parabeniza a outra por um fato conquistado ou dá suporte quando necessário, como: todos os times unidos durante a tragédia da Chapecoense ou Grêmio e Internacional fazendo juntos arrecadação de alimentos e roupas para o frio no rigoroso inverno de Porto Alegre ou ainda SBT desejando a Globo boa sorte na exibição de Chaves em um de seus canais a cabo, entre outros;

6 – Não falar sobre religião ou política – Esses assuntos sempre foram polêmicos. E nos últimos tempos, com a sensibilidade a flor da pele, empresas/marcas sofrem críticas ferozes ao se posicionarem. Não há a necessidade de vestir camisa de campanhas políticas, por exemplo.

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E lembre-se sempre de que o porta-voz precisa ser treinado sempre e estar bem informado. Ser simpático, mostrar empatia, estar sempre disponível é tão importante quanto confiar na sua equipe de comunicação. Quer entender como funciona o treinamento de um porta-voz e a essência do trabalho de assessoria de imprensa? Entre em contato conosco engajesp@engajecomunicacao.com

 

Kemal Ishmael Jersey